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Olá amigos estou de volta a Portugal. Cheguei mais ou menos à quinze dias, mas só agora estou a entrar no ritmo, por isso vou partilhar com vocês um pouco da minha experiencia.
Como vocês sabem estive um mês em Moçambique, mais propriamente na Vila de Maúa, a Norte de Moçambique, uma pequena vila onde não havia Luz, Água Potável, Telefone, Televisão, internet mas, também não fazia falta nada disso. (Tirando a agua potável que fazia muita falta.)
O trabalho que fazia, era na Escola Sagrado Coração de Jesus que pertence ao Missionários da Consolata. É uma escola Profissional onde os nossos alunos e alunas aprendem um ofício: Carpintaria ou Pedreiros. Estava a dar apoio ao Irmão Geraldo (Italiano), um grande amigo que fiz.
Umas das coisas que me marcaram foi as visitas que fiz às Comunidades com o Padre Leonel, um grande amigo, foi uma experiência única estar em contacto com a cultura deles, as suas celebrações que duram no mínimo 3 horas, mas enganem-se se pensam que é uma “seca”, pois a Eucaristia é uma festa que envolve danças, cânticos, o que não se torna cansativo. Nesse momento, passei a dar mais valor á Eucaristia, saindo desta celebração (Eucaristia) com mais alegria, cheio de vontade de transmitir aos outros o que absorvi desta experiência. Provei da comida tradicional daquela região, a Chima, que consiste em farinha de trigo pilada. Uma verdadeira delícia é a fruta com muito sabor, assim como a mandioca.
O que também me cativou foram as crianças que, com pequenas coisas ficam felizes. Um carrinho feito de cana ou arame, que para mim são construções de verdadeiros engenheiros esboça naqueles rostos grandes sorrisos. Sorrisos que me cativaram. Quando dei por mim a retribuir esses sorrisos, notei que bastavam para que essas crianças me rodeassem e me seguissem para todo o lado. Poder ajuda-las com as minhas explicações, ensinando-os a ler e a escrever fez-me sentir útil.
O que me deixou mais impressionado foi o facto de aquela gente não ter quase nada, mas mesmo assim andar sempre com um sorriso no rosto, esboçando que mesmo assim e à sua maneira, conseguem ser felizes na mesma.
Diariamente, seguem o lema “um dia a seguir ao outro”, tentando arranjar forças para que cada um desses dias seja superado afim de que possa vir mais um. Se pensássemos assim tudo seria mais fácil, mas não, passamos a vida a reclamar por tudo e por nada, sem nos darmos conta que temos muito mais que outras pessoas. Talvez baste olhar a nossa volta para que possamos perceber isso, mas preferimos preocuparmo-nos demasiado com a nossa pessoa e os outros passam despercebidos.
Esta experiência pela qual passei fez-me aprender muito e ver que não sou apenas eu que importo.
Alem de todo o enriquecimento espiritual, fiz muitas amizades desde os Manos Quico, Manuel e as Maninhas Inês e Liliana que são quatro jovens das Equipas d’Africa de Lisboa que nas férias de Verão vão um mês e meio trabalhar para Moçambique.
Nestas poucas palavras tentei descrever uma grande experiência, mais que isso, uma lição de vida que já mais irei esquecer.

Moçambique, Maúa ficarão para sempre no meu coração e na minha mente.
Como vocês sabem estive um mês em Moçambique, mais propriamente na Vila de Maúa, a Norte de Moçambique, uma pequena vila onde não havia Luz, Água Potável, Telefone, Televisão, internet mas, também não fazia falta nada disso. (Tirando a agua potável que fazia muita falta.)
O trabalho que fazia, era na Escola Sagrado Coração de Jesus que pertence ao Missionários da Consolata. É uma escola Profissional onde os nossos alunos e alunas aprendem um ofício: Carpintaria ou Pedreiros. Estava a dar apoio ao Irmão Geraldo (Italiano), um grande amigo que fiz.
Umas das coisas que me marcaram foi as visitas que fiz às Comunidades com o Padre Leonel, um grande amigo, foi uma experiência única estar em contacto com a cultura deles, as suas celebrações que duram no mínimo 3 horas, mas enganem-se se pensam que é uma “seca”, pois a Eucaristia é uma festa que envolve danças, cânticos, o que não se torna cansativo. Nesse momento, passei a dar mais valor á Eucaristia, saindo desta celebração (Eucaristia) com mais alegria, cheio de vontade de transmitir aos outros o que absorvi desta experiência. Provei da comida tradicional daquela região, a Chima, que consiste em farinha de trigo pilada. Uma verdadeira delícia é a fruta com muito sabor, assim como a mandioca.
O que também me cativou foram as crianças que, com pequenas coisas ficam felizes. Um carrinho feito de cana ou arame, que para mim são construções de verdadeiros engenheiros esboça naqueles rostos grandes sorrisos. Sorrisos que me cativaram. Quando dei por mim a retribuir esses sorrisos, notei que bastavam para que essas crianças me rodeassem e me seguissem para todo o lado. Poder ajuda-las com as minhas explicações, ensinando-os a ler e a escrever fez-me sentir útil.
O que me deixou mais impressionado foi o facto de aquela gente não ter quase nada, mas mesmo assim andar sempre com um sorriso no rosto, esboçando que mesmo assim e à sua maneira, conseguem ser felizes na mesma.
Diariamente, seguem o lema “um dia a seguir ao outro”, tentando arranjar forças para que cada um desses dias seja superado afim de que possa vir mais um. Se pensássemos assim tudo seria mais fácil, mas não, passamos a vida a reclamar por tudo e por nada, sem nos darmos conta que temos muito mais que outras pessoas. Talvez baste olhar a nossa volta para que possamos perceber isso, mas preferimos preocuparmo-nos demasiado com a nossa pessoa e os outros passam despercebidos.
Esta experiência pela qual passei fez-me aprender muito e ver que não sou apenas eu que importo.
Alem de todo o enriquecimento espiritual, fiz muitas amizades desde os Manos Quico, Manuel e as Maninhas Inês e Liliana que são quatro jovens das Equipas d’Africa de Lisboa que nas férias de Verão vão um mês e meio trabalhar para Moçambique.
Nestas poucas palavras tentei descrever uma grande experiência, mais que isso, uma lição de vida que já mais irei esquecer.
Moçambique, Maúa ficarão para sempre no meu coração e na minha mente.
